Luís Santos, de ex-fumador a TriAtleta

Recomeçou a fazer desporto para resolver um problema de obesidade, mas decidiu levar o desafio um pouco mais longe. Começou pela natação, depois experimentou correr e só descansou quando fez um triatlo. Mas melhor ainda está para vir...

Dois maços de tabaco por dia. Era isso que Luís Santos, agora com 44 anos, casado e com duas filhas, fumava em Janeiro de 2006, altura em que se deitou numa mesa de operações para resolver um problema de saúde. Deixou o tabaco, mas depois engordou e em menos de quatro anos já tinha chegado aos 100 quilos. Olhar para uma foto de si próprio foi o suficiente para este informático, licenciado em Engenharia Civil, saber que havia algo a fazer. Hoje é um triatleta dedicado e também o autor do blogue Ma Ke Jeto, Mosso on Sports onde relata “todas as experiências que passei desde que decidi mudar de hábitos de vida e lançar-me no desporto. Um espaço que, além de ser o meu diário desportivo, serve também para tirar dúvidas e incentivar todos os que começam a tentar fazer a primeira corrida ou o primeiro triatlo.” É o nosso atleta de topo da semana.


Olá, Luís. Sempre praticou desporto?
Terei começado a fazer alguma natação por volta dos 10 anos, como forma de corrigir a postura. Levava-se muito peso para a escola num só ombro – coisas da moda entre os miúdos – e o ortopedista sugeriu a prática da natação, um desporto que pratiquei com alguma regularidade até aos 17 anos. Tive também a sorte de ter crescido na Parada do Alto São João, em Lisboa, onde há 30 anos o jardim servia de palco para todas as brincadeiras e correrias, com o futebol em destaque, pois claro. Era no tempo em que todos passávamos o dia na rua a gastar as calorias em excesso do Tulicreme e de outras coisas saborosas. Mas depois disso, foi a paragem completa. Puro sedentário.

Esta nova vaga desportiva deu-se para resolver problemas de saúde, foi isso?

A meio da licenciatura tive a esperteza de começar a fumar, acabando por se tornar um vício de dois maços por dia, que alimentei até ao dia 3 de Janeiro de 2006. Nesse dia fui operado para remoção da vesícula e achei que estava na hora de mudar. Até hoje nunca mais coloquei um cigarro na boca. Mas isto de deixar de fumar tem um custo, cerca de oito quilos. Esse excesso, somado ao constante aumento de peso ao longo dos anos de vida sedentária, fez-me ficar na casa dos 100 quilos. Meço 1,81 m e, nessa altura, o meu IMC era de quase 30, ou seja, prestes a ser “Obeso Tipo 1”. A somar a isso tinha (tenho) hipertensão e o fígado estava gordo. AH! E ressonava. Em Janeiro de 2010, quatro anos depois de ter deixado de fumar, ao olhar para uma foto minha tive a certeza que algo teria de mudar. Eu não podia ser aquele tipo da foto! Esse foi o clique que me fez ir a uma consulta de nutrição para iniciar um processo com o qual emagreci cerca de 18 quilos em seis meses, à custa de uma alimentação equilibrada e de exercício físico regular.
Alguma vez pensou em triatlo?
Nunca. O triatlo era apenas o tal desporto onde a Vanessa Fernandes nos dava alegrias. Apenas isso. Uma coisa para super atletas, pensava eu. Na verdade o processo de emagrecimento foi feito sobretudo à custa da natação. Voltei à piscina e com esforço e dedicação fui aumentando progressivamente o número de piscinas que conseguia fazer sem parar. Ao domingo também fazia uma caminhada rápida durante umas duas horas. Durante esse ano, de 2010, apesar de em Junho já estar numa versão light, com 83Kg, a corrida ainda não era uma opção viável. Ia tentando fazer umas pequenas corridas, sempre alternadas com caminhada. Por vezes levantava-me às 6h30 para dar uma volta à cidade de Faro a andar rápido. Nessa volta cruzava-me duas vezes com uma rapariga a correr em sentido contrário. Quando a via só pensava: “Uau! É preciso ter fôlego. Eu nem um quilómetro consigo correr, quanto mais sete. Adorava conseguir fazer o mesmo”.
E viria a conseguir…
Foi no início de 2011 que comecei a tentar correr com mais intensidade. Na tal caminhada de domingo guardava a corrida para o fim, sempre a tentar aumentar a distância. Primeiro um quilómetros, depois três e, por fim, uma meta que antes parecia impossível, cinco quilómetros sem parar. Em Junho de 2011 já ia três vezes à piscina, nadava 1200 m, e corria sete quilómetros uma a duas vezes por semana. Em Agosto de 2011 – o mês em que as piscinas de Olhão fecham – decidi ir para o ginásio com o objetivo de reforçar a massa muscular e também aproveitar para umas corridas na passadeira.
Quando é que começou a pensar em voos mais altos, meias-maratonas e triatlos?
Creio que em Setembro de 2011 foi o momento em que decidi traçar objetivos mais ambiciosos. Por coincidência, no dia dos meus anos a minha mulher ofereceu-me o Garmin 305. Nessa manhã coloquei-o no pulso, equipei-me, e pela primeira vez corri 10 quilómetros sem parar. Senti-me na estratosfera. Ora se uma pessoa já corre 10 quilómetros, então, qual é o limite seguinte? Sei que foi também nesse mês que vi na Internet algo sobre o Ironman em Kona, no Hawai, e que isso deixou-me maravilhado. Pesquisei e dei com a página do Louletano que, na altura, devia ser o único clube aqui no Algarve que apresentava informação para quem quisesse lançar-se nessa modalidade. Lembro-me de ter visto nessa página o horário dos treinos, com três treinos por semana de cada modalidade, e ficar a pensar como seria possível fazer tanta coisa.
Mas também lá chegaria…
A partir de Setembro de 2011 houve uma evolução vertiginosa. Nos dois meses seguintes passei dos dez para os 19 quilómetros e fiz a minha primeira prova de corrida, nas “X Milhas do Guadiana”. Um mês depois concluí a primeira meia-maratona. O problema é que tanto estímulo num corpo que passou 20 anos de vida sedentária acaba invariavelmente numa lesão. Mal acabei a primeira meia-maratona tive de interromper a corrida durante umas 6 semanas em consequência de uma lesão. Não desmoralizei e, como não podia correr, reforcei a natação e o ginásio. Depois, em Janeiro de 2012, tirei uma velha BTT da garagem, coloquei-lhe pneus finos e lancei-me à estrada. Esse foi o momento em que comecei a treinar a pensar na minha estreia numa prova de triatlo, que sucederia em Abril de 2012. Em Março de 2012 estava com um volume semanal de 7 Kms de Natação, 30 Kms de Ciclismo e 25 Kms de corrida.

Como correu esse primeiro triatlo?

Foi em Março de 2012, na prova aberta do “I Triatlo Longo de Vila Real de Santo António”, um super sprint com 300m de natação + 8 Kms de Ciclismo + 2 Kms de Corrida. Uma prova muito curta que serviu para me ensinar muita coisa e ganhar experiência para o triatlo Sprint que se realizou duas semanas depois. Foi o momento em que percebi que nadar no mar é bem diferente de nadar na piscina em condições controladas, sem ondulação e com pistas a alinhar as trajetórias. Estava um dia de Levante, com corrente e ondulação muito fortes. Primeiro, antes da partida, cometi o erro de não entrar na água para habituar o corpo à temperatura, sobretudo o rosto. Deu-se a partida e eu lancei-me ao mar à campeão. Ainda com a água pela cintura veio uma onda bem grande, hesitei e acabei enrolado na rebentação. Engoli pirolitos e estava a ver que ficava por ali. Depois disso, os óculos embaciaram – devido à tal diferença de temperatura – e comecei a hiperventilar com o frio na cara, sendo incapaz de nadar crawl. Acabei por fazer aquilo em bruços e cheguei à praia na condição de maçarico que ainda tinha muito que aprender. Mais à frente, no parque de transição, o cinto do dorsal caiu-me pelas pernas abaixo, eu ia caindo e felizmente que a cena não se tornou num vídeo viral no Youtube. Mas lá cortei a meta e senti-me radiante com o feito.
Qual a sua prova preferida?
A corrida “X Milhas do Guadiana” e o triatlo de Quarteira. A primeira pelo belo cenário onde decorre e pelo conceito de corrida a unir dois países. A segunda por ser o triatlo onde ‘jogo em casa’.
Que recordes tem?
Tempos? Os que fiz em provas oficiais serão bons para uns e modestos para outros. Mas gosto de destacar estes recordes: Faz sete anos, seis meses e alguns dias desde que fumei o último cigarro; faz três anos e alguns meses que o meu IMC corresponde a ‘peso normal’ e que passei a vestir o tamanho “L”; faz um mês que, de seguida, nadei 1800m, pedalei 100Km e corri 19Km.

 Sempre gostou de triatlo?

Sempre gostei de nadar. Depois veio o gosto pela corrida. E sem pedalar achei que o triatlo seria o desporto onde tinha que me meter. Porque não? Comprei uma bicicleta de estrada, lancei-me nos treinos e hoje vibro, adoro e desfruto ao máximo este desporto.
Qual o seu sector preferido?
Antes de nadar no mar sempre pensei que seria a natação, por ser o segmento que praticava há mais tempo. Mas depois vesti um Wetsuit, senti-me apertado e vi-me no meio de muitos outros vestidos com fatos de borracha, por vezes a levar cotoveladas e pontapés, numa agitação da água que só conhece quem ali anda. Agora, minutos antes de uma partida, dou por mim dividido entre o desejo que o sinal seja adiado, ou que esse segmento termine o mais depressa possível. É curioso, mas o ciclismo, aquilo que menos pratiquei desde que me levantei do sofá, é neste momento o segmento que me dá mais gozo fazer, seja num triatlo Sprint, metido num pelotão a ‘andar na roda’, seja num triatlo Longo, sozinho, a pedalar numa interminável recta de uma planície.
Já fez um Triatlo Longo. O IronMan é o próximo passo?
Nas horas e dias seguintes após ter terminado o Iberman estava disposto a fazer a inscrição num Ironman. Uma pessoa sente-se eufórica, capaz de fazer tudo. Um sentimento que também deve ter quem termina uma meia-maratona e que pensa logo em lançar-se na maratona. Calma. Neste momento sei e tenho a certeza que quero voltar a fazer vários triatlos Longos. É uma prova que obriga a enorme gestão do esforço, tática e estratégia, bem diferente dos Sprint onde o coração anda no limite durante uma hora e picos. Mais tarde, daqui a dois, três anos (?), então talvez queira cortar uma meta onde alguém grita: “You are an Ironman!”. O senão é que, para além da dedicação e disponibilidade que é preciso ter para o enorme volume de treinos, soma-se o exorbitante valor da inscrição e todos os custos associados à viagem e estadia. Ora, sabemos lá nós quando é que esta crise termina e quando é que deixamos de andar com a corda na garganta. Neste momento, a participação em provas está reduzida ao mínimo, uma desvantagem de morar no Algarve e as provas serem praticamente todas do Tejo para cima. Valha-nos a Andaluzia com várias provas ao pé de casa.
O triatlo é um desporto de grande longevidade? Muitos antigos atletas viram-se para o triatlo depois de terminarem a carreira…
Em termos competitivos temos o exemplo do Craig “Crowie” Alexander que, em 2011 e com 38 anos, estabeleceu o recorde da grande final do Ironman, em Kona, com a fantástica marca de 8:03:56. Mas se ficamos impressionados com este recorde para nadar 3,8 Kms, pedalar 180 Kms e correr 42 Kms, o que dizer do americano Lew Hollander, que fez 22 Ironman e, em 2011 com 81 anos, tornou-se no mais idoso “Finisher” em Kona? Ou da freira Madonna Buder que tem batido todos os recordes de longevidade, estabelecendo em 2012, com 82 anos, a melhor marca de um “Finisher” mais idoso de um Ironman, com 16h32min? Ou do japonês Hiromu Inada, que apenas se lançou no triatlo aos 69 anos e que, com 79 anos, conseguiu uma slot de acesso para Kona ao terminar um Ironman 70.3 (um half Ironman) em 6h42min? Há dias, no Sprint de Oeiras, o vencedor da geral foi Gil Maia (um Sub 23) com o tempo 00:56:32. E Carlos Barata Correia, vencedor do escalão V5 (60-64 anos), fez a marca de 01:18:22. Sim, julgo que o triatlo é um desporto de longevidade.
E está a tornar-se no desporto da moda em Portugal?
Não gosto do termo “moda” porque essa palavra associa-se a algo passageiro. Aquilo que parece evidente é que os portugueses estão a mudar de hábitos de vida, com clara aposta na corrida e nas caminhadas. São as formas mais fáceis e baratas de fazer exercício, não sendo por isso de espantar que tenham cada vez mais praticantes. Muito depois disso lá virá o triatlo. É um desporto que está em claro crescimento, mas com números muito longe dos que praticam corrida. No Sprint em Oeiras estiveram 300 triatletas à partida. Já na última corrida do Benfica, por exemplo, estiveram à partida 3168 corredores para completar os 10 quilómetros. Aquilo que espero é que tanto na corrida, como no triatlo, como noutro desporto qualquer, continuem a haver muitos interessados em experimentar e que se mantenham a treinar por muitos anos. Que esta tendência geral nunca seja uma moda, pois isso significava voltar aos hábitos sedentários.
Treina sozinho, é auto-didacta, ou tem um treinador ou clube?
Infelizmente a maior parte do tempo treino sozinho. Na preparação para o Iberman tive semanas em que treinei 12 horas. Se isso já representa um volume difícil de encaixar com os compromissos pessoais e profissionais, mais difícil se torna quando se tenta combinar treino com mais alguém. Ao fim-de-semana, de manhã, ainda dá para arranjar companhia para fazer os treinos longos de ciclismo, mas fora disto, é muito complicado. Há pouco tempo, através do Núcleo Sportinguista Leões de Olhao – Triatlo, passei a ter treinador, mas durante todo este tempo em que me lancei na corrida e no triatlo fui sobretudo um auto-didacta, um tipo que lê imensa coisa na Internet, que tira ideias aqui e ali, que lê opiniões daqueles que supostamente sabem mais, e que tenta adaptar isso aos seus treinos com pura carolice.
Ter companhia é importante para treinar?
É. Sobretudo quando estamos a começar ou quando sentimos que estamos a estagnar nos resultados. Seja nos treinos mais descontraídos, nos quais nem damos pelo tempo passar, ou nos treinos mais exigentes, aqueles que correm mais fazem-nos superar limites que afinal só existiam na nossa cabeça. Mas atenção: nunca deixar de treinar só porque nesse dia não se tem companhia. Que isso não seja uma desculpa entre muitas que inventamos quando a vontade de nos esforçar é reduzida.
Já investiu muito dinheiro nesta nova paixão desportiva?
Quando comecei a treinar para o triatlo só tinha uns ténis, alguma roupa de corrida e equipamento da natação. Por isso tive de comprar quase tudo, em particular, bicicleta de estrada, Wetsuit, Trisuit, mais equipamento de ciclismo e mais outras tantas minhoquices onde se gasta sempre dinheiro. Há pouco tempo fiz mais um investimento que andava a adiar desde o início por falta de dinheiro: umas barras e um porta bicicletas para o carro, fundamental para se poder ir para provas acompanhado da família, a minha maior claque e aqueles que me dão mais força para superar os objetivos que fixo. Isto é discutível, mas, contas por alto, quem se lança neste desporto e tem de comprar tudo de uma só vez, será bom contar com pelo menos uns 2000€. No meu caso, esse valor já foi largamente ultrapassado.
Que material tem neste momento?

A bicicleta é uma “BH Zaphire6.9 2012”; o fato térmico é o  “Speedo Tri Pro Wetsuit 2011”; o Tri Suit “2XU Race”; sapatos ciclismo “Shimano SH-TR31 Triathlon-Shoe”; Óculos natação “Zoggs Predator Flex Mirror”; Ténis “Adidas Glide 4”; GPS Garmin 305

Portugal teria condições para receber uma prova do calendário internacional de Ironman?

Temos locais com percursos fantásticos. E sem querer ser parcial, diria que o Algarve é a zona com melhores condições para um Ironman, com estradas excelentes para o segmento do ciclismo e paisagens que tornariam a prova numa das mais belas do circuito mundial. Aquilo que infelizmente ainda não temos é um público que vibre com o desporto, que vá para a rua apoiar e incentivar de forma entusiasta os que passam a correr ou a pedalar. Até no futebol, muitas vezes quem está dentro de campo é que tem de puxar pelo público. Quem acolhe um Ironman tem de abraçar a prova com a mesma euforia com que vai para o bailarico nas festas populares. Tem de perceber que é um evento que dinamiza a economia local e que é motivo de orgulho para todos. Nunca poderá ser visto como uma chatice, algo que só causa incómodo aos que vivem na zona. Estamos a falar de uma prova que pode durar 17 horas, por isso, se não houver adesão dos locais, não funciona. Vamos ver o que sucede no próximo dia 5 de Outubro, quando for feito o Iberman, numa distância igual à do Ironman, onde metade da distância do ciclismo e da corrida será feita em terras portuguesas, entre Mértola e Vila Real de Santo António. Eu vou lá estar a apoiar os 900 atletas que vão fazer a estreia dessa prova.
Como teve a ideia de formar o blogue?
O primeiro post foi publicado a 24 de Agosto de 2011. Durante vários anos alimentei um blogue chamado “Ma Ke Jeto, Mosso”, no qual falava de tudo e de nada. Porém, achei que devia abrir um espaço exclusivo para falar das minhas aventuras desportivas e do desporto em geral, mas com maior relevo para a corrida e o triatlo. O blogue serve em primeiro lugar como o meu diário desportivo, um local onde faço desabafos, resumo os treinos que fiz ou anuncio as conquistas. Depois escrevo a pensar em todos os que estão a começar e que têm muitas dúvidas, tal como eu tive e ainda tenho. Por exemplo, no post da minha participação do Iberman, descrevi ao pormenor todos os abastecimentos que tinha feito durante o ciclismo e a corrida, e creio que será o único post a falar desse tema nos triatlo longos, podendo assim ser uma ajuda para os próximos que se vão lançar numa prova dessa dimensão. Sugiro a todos os que estão a começar a fazer desporto, que abram o seu blogue, o seu diário, sem qualquer preocupação de alguém lá ir ler. É importante registar as angústias ou as dúvidas, porque haverá sempre uma visita de alguém a dar ânimo, a mostrar que outros já passaram pelo mesmo. E a registar todos os treinos numa das muitas aplicações grátis que existem na internet. É muito gratificante e motivante ir comparando treinos e percebendo que está a haver uma clara evolução.
Com que frequência escreve?
À segunda-feira publico o post sagrado com o resumo dos treinos da semana anterior. Com esse, a média deve ser de 3 publicações semanais.
Quantos visitantes tem por mês?
Uma média de cerca de 1900 visitas mensais
Para onde vai mais o interesse dos leitores?
Os posts sobre lesões costumam ser populares. A tal necessidade dos desportistas descobrirem informação técnica ou relatos pessoais sobre um problema que mais tarde ou mais cedo lhes bate à porta. Depois surgem aqueles que relatam uma determinada prova desportiva. Posts que avaliam um equipamento são também bastante procurados. Por fim, menciono que os que abordam temas de nutrição ou de fitness.
Ma Ke Je To Mosso… é “Algarvio”? De onde surgiu este nome?
A expressão original é “Ma que Jetô!?”, no sentido de recusa ou indignação: «não; nem pensar; porquê; era o que faltava!». Em 2006, quando abri o tal blogue para falar de tudo e de nada, decidi adaptar essa expressão para lhe dar nome. Queria que fosse algo que se associasse ao Algarve e que representasse a indignação com que eu falava de muitos temas, sobretudo de política.

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3 Comments on Luís Santos, de ex-fumador a TriAtleta

  1. Gostei da ler a entrevista. Segui com muita atenção para puder conhecer a pessoa que escreve no blogue.

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