TESTE: Reebok One Cushion 2.0

Nota bem alta para novo modelo da marca

É a nova versão do modelo anterior e chega ainda melhor para ajudar a marca a reconquistar o lugar no mercado do running. Testámos os novos ténis da Reebok desenhados a pensar no corredor frequente.

PRIMEIRAS IMPRESSÕES

Design atraente, cores fortes combinadas com outras mais discretas é o que salta de imediato à vista na versão 2.0 dos One Cushion da Reebok. Uns ténis bem dentro da linha da marca, com um desenho moderno e que os corredores tanto gostam.
Saídos da caixa, dá para perceber a boa qualidade dos materiais e a robustez do conjunto. É enganador, porém. Vistos de fora parecem uns ténis pesados, mas não o são. Nos pés tornam-se bem leves, mas muito confortáveis.

O que também salta à vista é a combinação de cores que divide claramente este modelo em três zonas. Essa é, aliás, a imagem de marca destes ténis é a aposta nessa divisão de zonas: Cushion (Amortecimento); Transition (Transição); Rebound (Ressalto) que ajudarão na passada. Fomos para a estrada testar.

 

PERFOMANCE

Calçar os One Cushion 2.0 é como calçar uma luva nestes dias de inverno. São muito confortáveis e a construção Smoothfuse apoia muito bem o arco do pé, dando todo o apoio necessário. O que se nota de imediato é que a robustez tira um pouco de flexibilidade aos ténis. Isso confirmou-se logo nos primeiros quilómetros.

O amortecimento está lá e a sola faz tudo aquilo a que se propõe, ou seja, absorve o impacto no solo e ajuda do impulso para a próxima passada. As irregularidades do piso são bem anuladas e o desenho da sola dos Reebok confere boa tração, mesmo em pisos escorregadios.

VEREDICTO

Se procura uns parceiros de treino para o uso diário, então pode ter nestes Reebok o modelo que procurava. São robustos, duráveis e muito, mas muito confortáveis. O preço também não é exorbitante – ronda os 100€ – e, na nossa opinião, vai encontrar uns ténis fantásticos, de uma marca experiente e que, ainda por cima, ficam muito bem nos pés.

O único senão é a rigidez do modelo. É verdade que têm boa estabilidade, mas não se perdia nada se os One Cushion 2.0 fossem um pouco mais flexíveis. É o único ponto menos positivo que encontramos nestes ténis. Mas, atenção, não deixam de ser uns ténis fantásticos. Recomendados com o selo TopAtleta, claro!

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