VÍDEO: Mitchell Marcus, a prova de que o fair-play não é uma treta

Mitchell Marcus, jovem com deficiência mental, tinha o sonho de jogar basquetebol.
Realizou-o com a ajuda dos companheiros. Superou-o graças a um adversário.
É uma história emocionante e que merece ser divulgada como exemplo máximo de humanismo no desporto. Aconteceu num liceu do Texas nos Estados Unidos e o protagonista é Mithcell Marcus, um jovem que sofre de deficiência mental, condição que não o impede, porém, de ser um apaixonado por desporto, neste caso, basquetebol
Inserido na equipa como ajudante do treinador, o jovem Mitchell teve uma surpresa fantástica no último jogo do campeonato quando o técnico dos Coronado Thunderbirs lhe deu um equipamento e lhe disse para se sentar no banco durante o jogo. Mas Peter Morales, o treinador, tinha algo mais reservado. Fosse qual fosse o resultado, nos últimos minutos da última partida do campeonato o jovem Marcus ia jogar. E assim foi. A cerca de dois minutos do fim e com os Coronado a ganhar por 10 pontos, Marcus entrou em campo com a indicação de ficar o mais perto possível do cesto adversário. Os colegas fariam o trabalho de recuperação de bola com apenas um objectivo em mente, dar a bola ao colega que tentaria depois encestar. Com a ajuda também dos adversários, que nunca “atacaram” defensivamente o jovem, ele foi tentando meter a bola no cesto, mas falhou por três vezes. Com apenas alguns segundos por jogar e a bola na posse da equipa adversária, do Liceu Franklin, algo ainda mais inesperado aconteceu. Jonathon Montanez, jogador de Franklin, chamou Mitchell e passou-lhe a bola, dando-lhe mais uma oportunidade para realiar o sonho de uma vida. Ele lançou e encestou.
Veja o vídeo sobre esta história magnífica de solidariedade e de verdadeiro fair-play.


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